Nova Lisboa - E.A.M.A.

    • RE: Nova Lisboa - O vídeo

      Marius.
      Tambem por la passei e como tu, menino de Luanda, pareceu-me que iria para o desterro. Passei tres dia em N.L. antes de passar a Porte de Armas e fiquei encantado. La fiquei durante 4 anos na Escola, de Janeiro de 60 a dezembro de 63. Tanto gostei que la encontrei a minha mulher. De[pois so la voltei uma vez, de passagem. N.L. era o ideal como cidade. Suficiente pequena para se poder visitar num dia, e suficiente grande para se arranjar uma miuda em cada bairro. Mas nao durante muito tempo.
      Parabens e obrigado por nos relembrares Portugal em Africa. Muito interessante.
      Um abraço Eamista.
    • RE: Nova Lisboa - E.A.M.A.

      Junto o meu contributo para recordar a EAMA.

      Reparem nas suas armas: o E de escola e por baixo o simbolo da sapiência.

      Cumpri o serviço militar na EAMA de 1967 a 1970 e guardo boas recordações.

      O nosso camarada Monajamba deve lembrar-se que os novos cabos milicianos formados em 1968 seguiram para Luanda em cinco autocarros. Foram escoltados por um capitão, dois furrieis e quatro cabos milicianos do Curso de 1967. Eu era um deles.

      Deixamo-los no Grafanil. Passamos cinco dias em beleza, a passear por Luanda, e regressamos a Nova Lisboa.

      Um abraço.

      Ruca
      Imagens
      • Emblema EAMA 1.jpg

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    • RE: Nova Lisboa - E.A.M.A.

      Olá RUCA,
      Não, porque na EAMA só fiz a recruta de 22/Jan/68 a 7/Abr/68, tendo seguido para Luanda e dando entrada no Btm1 a 21/Abr/68 ainda como Sold.Miliciano.
      Só fui promovido a 1º Cabo Miliciano a 7/Jul/68 após ter terminado a especialidade em Transmissões (TSF).
      Um abraço
      (Monajamba)
      Monajamba
    • RE: Nova Lisboa - E.A.M.A.

      Monanjamba,

      ...e eu fui um dos instrutores dessa especialidade, embora fosse de Infantaria. Terminei o Curso de Oficias Milicianos em Março desse ano nos Comandos e estive mais ou menos dois meses no Batalhão de Transmissões, como Aspirante, aguardando "partida" para Cabinda. Eu, o Felício, o Abrantes e o Guimarães. Claro que só dávamos as bases e depois pirávamos para a ilha.Claro que me lembro dos "crosses" até à Cuca, o que era um bom petisco (com aquele calor!). O Capitão, se não estou em erro, chamava-se Geraldes e era boa pessoa. Ainda fizemos uma deslocação, na instrução, ao Sassa , Caxito, etc.
      Um abraço amigo do
      Carlos Loureiro (cauita)