Endividamento das famílias em Angola

    • Endividamento das famílias em Angola

      A directora do Instituto Nacional de Defesa do Consumidor de Angola (INADEC), Elsa Bárber, deu uma entrevista ao Jornal de Angola sobre a problemática do endividamento das famílias angolanas.

      Diz Elsa Bárber que o crescimento de dividas individuais é falta de cultura financeira e de poupança.

      No Jornal de Angola Bárber responde às seguintes perguntas entre outras:

      • O que se entende por endividamento familiar?
      • Como aceder ao crédito com responsabilidade?
      • Em Angola existem muitos casos de endividamento familiar?
      • A publicidade dos bancos comerciais e os problemas financeiros individuais?
      • Será que a banca avalia o risco dos clientes?
      • A educação financeira dos consumidores...
      • Em que consiste este programa?
      • Quais são as maiores reclamações feitas pelas famílias?


      Nesta última pergunta Elsa Bárber responde que existem grandes reclamações sobre a projecção de um valor para a compra de uma casa e, na altura da entrega, o prazo não ser cumprido. Há incumprimento até em relação à vedação do condomínio ou à conclusão das obras e ao não abastecimento regular da energia e água.

      A entrevista feita à directora do Instituto Nacional de Defesa do Consumidor de Angola
      pode ser lida no Jornal de Angola

      tony araujo
      adições
      Este problema já não é novo como se pode ver na seguinte de 2007: angonoticias


      Author @ Amazon .... Tony de Araujo
    • Olá Tony.

      Por curiosidade entrei neste tema.

      Gostava de saber onde Elsa Barber foi buscar as informações para este tema. Acho que conversar sobre este tema é um assunto muito aleatório.

      Calculo que entre 75 e 85 % da população de Angola não tem rendimentos para sobreviver. Esta pecentagem é bastante conservadora.
      Neste grupo as pessoas nunca são interrogadas. Não estou a ver pessoas a entrar no muceque para tratar de estatisticas. Essa gente está simplesmente abandonada ao seu destino. Portanto não entram em qualquer estatistica.

      Talvez 10 a 15 % estarão na classe média com acesso a a informações bancárias e cartas ou cartões de crédito, que são a maior causa de endividamentos excessivos.

      Claro que depois veem os ricos e muito ricos. Esses não teem qualquer problemas, até porque desntro dessa classe há alguns que são donos de bancos ou pelo menos grandes acionisyas.

      Por tudo isto acho que qualquer estudo económico e social estará longe de ser representativo do estado económico da sociedade Angolana.

      Esta é a minha opinião. :na

      Abraço.
    • Olá Rui Laureano Silva,

      Vim aqui rapidamente porque estou de saída..

      Realmente é verdade, estatisticamente a maioria dos Angolanos não deverão entrar neste estudo.
      No entanto parece-me a mim que continua a ser válido porque a classe média poderá ter um grande impacto na classe mais pobre.

      Se ainda não viste, vê esta entrevista de Rui Santos, no minuto 20 quando ele fala sobre este assunto.:

      mazungue.com/angola/index.php?…&postID=254331#post254331

      Abraço!
      tony

      Author @ Amazon .... Tony de Araujo